Passagem aérea saindo de Brasília em setembro de 2026: tarifa média, rotas mais baratas e mais caras
Em setembro de 2026, a tarifa média das passagens vendidas para voos domésticos saindo de Brasília foi de R$ 668,24, segundo os microdados da ANAC. A média do Brasil, somando todas as rotas domésticas, foi de R$ 746,62. Brasília ficou R$ 78,38 abaixo da média nacional e também abaixo dos próprios números de agosto (R$ 731,08) e de julho (R$ 702,29).
Esta é a primeira edição de uma série mensal. Todo mês, quando a ANAC divulga os dados, publicamos aqui a tarifa média de quem sai de Brasília, as maiores rotas, as mais baratas e as mais caras, e o que a empresa pode fazer com isso.
O número de setembro de 2026
A tarifa média é ponderada pelos assentos vendidos: uma rota que vendeu 20 mil assentos pesa mais no resultado do que uma que vendeu mil. Os valores são os de cada mês, sem correção pela inflação.
| Mês da venda | Saindo de Brasília | Assentos vendidos em Brasília | Média do Brasil |
|---|---|---|---|
| Julho de 2026 | R$ 702,29 | 140.036 | R$ 703,52 |
| Agosto de 2026 | R$ 731,08 | 154.568 | R$ 776,87 |
| Setembro de 2026 | R$ 668,24 | 151.380 | R$ 746,62 |
Nos três meses, a média de Brasília ficou abaixo da nacional. Em julho a diferença foi pequena, de pouco mais de um real. Em agosto e setembro, ficou mais larga. A média do Brasil calculada por nós a partir dos microdados é igual à que a ANAC publica para cada mês.
As 10 maiores rotas saindo de Brasília
São as rotas com mais assentos vendidos em setembro. Juntas, somam 101.643 assentos, cerca de dois terços do total vendido saindo de Brasília no mês.
| Posição | Destino | Tarifa média | Assentos vendidos |
|---|---|---|---|
| 1 | Congonhas, São Paulo (SP) | R$ 622,60 | 24.196 |
| 2 | Recife (PE) | R$ 442,27 | 21.561 |
| 3 | Confins, Belo Horizonte (MG) | R$ 391,79 | 12.576 |
| 4 | Santos Dumont, Rio de Janeiro (RJ) | R$ 714,55 | 8.800 |
| 5 | Galeão, Rio de Janeiro (RJ) | R$ 535,27 | 7.326 |
| 6 | Viracopos, Campinas (SP) | R$ 514,58 | 7.239 |
| 7 | Salvador (BA) | R$ 810,43 | 6.441 |
| 8 | Fortaleza (CE) | R$ 811,90 | 5.619 |
| 9 | Guarulhos (SP) | R$ 628,58 | 4.203 |
| 10 | Vitória (ES) | R$ 555,10 | 3.682 |
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As rotas mais baratas e as mais caras
Para montar estas duas tabelas, consideramos só as rotas com 1.000 assentos vendidos ou mais no mês. Em setembro, 25 rotas saindo de Brasília passaram desse corte. O filtro evita que uma rota pequena, com poucas vendas, apareça no topo por causa de meia dúzia de bilhetes.
| Posição | Destino | Tarifa média | Assentos vendidos |
|---|---|---|---|
| 1 | Confins, Belo Horizonte (MG) | R$ 391,79 | 12.576 |
| 2 | Recife (PE) | R$ 442,27 | 21.561 |
| 3 | Viracopos, Campinas (SP) | R$ 514,58 | 7.239 |
| 4 | Galeão, Rio de Janeiro (RJ) | R$ 535,27 | 7.326 |
| 5 | Vitória (ES) | R$ 555,10 | 3.682 |
| 6 | Congonhas, São Paulo (SP) | R$ 622,60 | 24.196 |
| 7 | Guarulhos (SP) | R$ 628,58 | 4.203 |
| 8 | Santos Dumont, Rio de Janeiro (RJ) | R$ 714,55 | 8.800 |
| 9 | Florianópolis (SC) | R$ 744,17 | 3.613 |
| 10 | Porto Seguro (BA) | R$ 750,05 | 2.511 |
| Posição | Destino | Tarifa média | Assentos vendidos |
|---|---|---|---|
| 1 | Manaus (AM) | R$ 1.425,25 | 1.021 |
| 2 | Porto Alegre (RS) | R$ 1.030,50 | 3.231 |
| 3 | Maceió (AL) | R$ 965,94 | 2.984 |
| 4 | João Pessoa (PB) | R$ 921,87 | 3.162 |
| 5 | Belém (PA) | R$ 870,75 | 1.746 |
| 6 | Natal (RN) | R$ 857,18 | 3.205 |
| 7 | Campo Grande (MS) | R$ 850,11 | 1.020 |
| 8 | Teresina (PI) | R$ 837,38 | 2.599 |
| 9 | Curitiba (PR) | R$ 831,00 | 2.996 |
| 10 | Cuiabá (MT) | R$ 827,35 | 1.490 |
O que os números mostram
Os microdados dizem quanto foi vendido e por quanto, mas não explicam o motivo de cada preço. Por isso, descrevemos o que aparece nas tabelas sem atribuir causas que a fonte não informa.
- Os dois aeroportos do Rio têm médias diferentes. Em setembro, a tarifa média para o Santos Dumont foi de R$ 714,55, e para o Galeão, de R$ 535,27, uma diferença de R$ 179,28. O Santos Dumont ficou mais caro que o Galeão também em julho e em agosto.
- Em São Paulo, Viracopos teve a menor média dos três aeroportos. Congonhas (R$ 622,60) e Guarulhos (R$ 628,58) ficaram próximos em setembro, e Viracopos, em Campinas, saiu por R$ 514,58. Viracopos teve a menor média entre os três nos três meses analisados.
- Confins e Recife foram as mais baratas entre as rotas grandes. Confins teve a menor média do mês, R$ 391,79, e vendeu 12.576 assentos, mais do que em julho (8.747) e agosto (9.305). Recife, segunda maior rota, ficou em R$ 442,27, com 21.561 assentos.
- Manaus foi a rota mais cara. A média foi de R$ 1.425,25. Manaus também foi a mais cara em agosto (R$ 1.606,10) e a segunda mais cara em julho (R$ 1.385,59).
- Porto Alegre subiu nos três meses. A média passou de R$ 820,63 em julho para R$ 863,55 em agosto e R$ 1.030,50 em setembro.
- Congonhas segue como a maior rota. Foi a rota com mais assentos vendidos em julho, agosto e setembro.
Por que o preço muda de um mês para outro
Na notícia sobre os dados de setembro, a ANAC informou a tarifa média nacional de R$ 746,62 por trecho, 0,5% abaixo de setembro de 2025 em valores corrigidos pela inflação. A mesma notícia traz o preço médio do querosene de aviação no mês, R$ 5,66 por litro, alta de 54,4% em relação a setembro de 2025. No Brasil todo, 36,2% dos assentos foram vendidos abaixo de R$ 500 por trecho, e 7,8% acima de R$ 1,5 mil.
Combustível, procura, temporada, eventos e quantidade de voos na rota mexem no preço, mas a base não separa o peso de cada um. Uma rota pode ficar mais cara num mês por vários motivos ao mesmo tempo. Para acompanhar a direção geral dos preços, publicamos também o preço da passagem aérea no IPCA de setembro de 2026, outra série mensal, com o índice do IBGE.
O que a base mede e o que ela não mede
- Mês da venda, não do voo. Os números de setembro são das passagens vendidas em setembro, para voos em setembro ou nos meses seguintes.
- Só tarifas abertas ao público adulto em geral. Ficam de fora passagens com milhas, tarifas corporativas e outros descontos que não estão disponíveis ao público em geral.
- Sem taxa de embarque. O valor não inclui a taxa de embarque dos aeroportos nem serviços opcionais, como bagagem e marcação de assento.
- Parte das vendas. Segundo a ANAC, os assentos registrados correspondem a cerca de 50% dos passageiros pagos transportados.
É uma média. O preço que a sua empresa encontra num voo específico pode ficar bem acima ou bem abaixo dela.
O que a empresa pode fazer com esses dados
- Escolher o aeroporto, quando a cidade tem mais de um. Rio e São Paulo mostram médias diferentes por aeroporto. Vale cotar os dois ou os três, somando o deslocamento até o compromisso, antes de decidir.
- Ter flexibilidade de data e horário. Num mesmo voo, os assentos são vendidos em várias classes tarifárias. Um dia antes ou um horário diferente pode mudar o valor. Explicamos isso em comprar com antecedência sempre sai mais barato?
- Mandar o print antes de comprar. Antes de fechar a próxima passagem, mande o print pelo WhatsApp. Cotamos em paralelo.
- Usar engenharia tarifária. Trabalhamos com cinco frentes: combinações tarifárias (skip normal, skip invertido e conexão forçada), tarifas award, as famosas tarifas escondidas que não aparecem na busca comum do site da companhia, milhas, tarifa acordo e tarifa bloqueio. Detalhamos cada um em como a sua empresa pode pagar menos em passagem aérea.
As duas rotas mais caras do mês, Manaus e Porto Alegre, são justamente rotas em que a combinação tarifária costuma render bons preços nas nossas emissões. Quando a média do mercado está alta, montar a viagem com trechos e tarifas combinados, em vez de comprar o bilhete pronto do site, é onde a diferença aparece. Se a sua empresa tem viagem para uma dessas cidades, vale mandar a cotação antes de fechar.
Num caso real de 12/09/2026, o mesmo voo direto de São Paulo para Manaus custava R$ 1.058 no site da companhia e saiu por R$ 890 com a DF Destinos, 16% a menos. É um resultado individual. Na pior hipótese, a sua empresa paga o preço da companhia aérea, com o nosso suporte, sem mensalidade, sem fee e com fatura no CNPJ. Veja como funciona na página de viagens corporativas da DF Destinos ou faça o diagnóstico grátis das viagens da sua empresa.
A série completa, mês a mês desde 2020, com passageiros, ocupação, atrasos e cancelamentos, está na página dados dos voos de Brasília.
Fontes oficiais consultadas em outubro de 2026
Perguntas frequentes
Qual foi a tarifa média saindo de Brasília em setembro de 2026?
Foi de R$ 668,24 nas passagens vendidas em setembro, segundo os microdados da ANAC. A média do Brasil, em todas as rotas domésticas, foi de R$ 746,62.
Qual foi a rota mais barata saindo de Brasília em setembro?
Entre as rotas com 1.000 assentos vendidos ou mais, foi Confins, em Belo Horizonte, com tarifa média de R$ 391,79. Recife veio em seguida, com R$ 442,27.
E a rota mais cara?
Manaus, com tarifa média de R$ 1.425,25 entre as rotas com 1.000 assentos ou mais. Porto Alegre ficou em segundo, com R$ 1.030,50.
A tarifa média inclui a taxa de embarque?
Não. A base da ANAC não inclui a taxa de embarque dos aeroportos nem serviços opcionais, e também deixa de fora passagens com milhas e tarifas corporativas.
Os dados de setembro são dos voos feitos em setembro?
Não. São das passagens vendidas em setembro, para voos naquele mês ou nos seguintes. A ANAC organiza os microdados pelo mês da venda.
Como a DF Destinos ajuda a pagar menos saindo de Brasília?
Com engenharia tarifária: combinação tarifária, milhas e tarifa award. Mande o print da passagem pelo WhatsApp antes de fechar e, na pior hipótese, a sua empresa paga o preço da companhia, com o nosso suporte.
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